Hoje é dia do Amigo e meu aniversário. Semana passada levei no uber dois distintos senhores responsáveis pelas redes sociais da série B do campeonato brasileiro de futebol. Eles dividiram comigo divertidas histórias sobre as interações das redes sociais da série B, certamente fizeram meu dia mais alegre e leve, tanto que embora eu nunca tenha acompanhado futebol, hoje eu sigo as redes sociais da série B do Brasileirão. As histórias da série B como no dia que a champions league atrasou um jogo vocês terão que acompanhar nas redes sociais deles. Mas, hoje, eu vou expor algumas histórias que não são minhas, nas aconteceram com amigos.
Para preservar algumas pessoas usarei nomes fictícios
Era um domingo a noite, Emília estava em casa já se preparando para iniciar a próxima semana, jantou em casa sozinha. Como estava com prisão de ventre tomou um laxante e sentou-se à Sala para assistir a televisão. O telefone toca! Era Cláudio um rapaz que conhecera pouco tempo através de seu irmão por quem estava romanticamente interessada. Ele a convidaria para ir jantar, o que prontamente foi aceito por Emília.
Cláudio foi buscar Emília com o carro emprestado de um amigo um clássico e lindo opala, idoso e com problemas mecânicos.
Na frente do prédio de Emília, Cláudio estaciona o carro e aguarda a chegada dela. Já os dois no carro um breve bate papo e o carro não liga, procedem então a empurrar o carro, era uma ladeira não foi um trabalho árduo e executado em equipe. Seguiram para a hamburgueria .
Hoje sabemos que ambos já tinham jantado antes do encontro, mas na ânsia de encontrarem pessoalmente ocultaram o fato um do outro. Comeram apenas uma pequena porção de batatas fritas.
Emília ao sentir uma movimentação em seu intestino se recorda que havia feito uso de laxante e sugere que é domingo e que precisa descansar para a semana.
No retorno novamente o carro não liga e é necessário empurrar o carro novamente. A atividade física combinada com o medicamento deixa Emília suando frio. Chegando a frente do prédio, Emília tentar rapidamente encerrar a conversa para chegar com segurança ao seu banheiro, mas Cláudio quer prolongar a conversa e pede se Emília pode lhe fornecer um copo com água.
Sobem os dois ao apartamento, Cláudio toma o copo de água e Emília que mora em um apartamento pequeno e de um único banheiro está envergonhada e não quer usar o banheiro na presença de Cláudio. Seu suor gelado já escorre pelas suas costas, as palmas das mãos molhadas e trêmulas são companhias da inquietude de Emília ao tentar encerrar a conversar, mesmo gostando muito da companhia de Cláudio. depois mais meia hora de conversa Cláudio frustrado decide ir embora.
Por fim Emília vai ao seu banheiro que nunca foi tão reconfortante e termina com o sofrimento.
João um colega em sua juventude saiu com alguns amigos para uma festa, na festa encontrou com outros amigos e sendo muito extrovertido fez mais alguns amigos.
Depois de muitas horas os seus amigos com quem havia chegado o convidaram para ir embora, mas como a festa estava muito boa decidiu que ficaria mais um pouco e voltaria mais tarde.
Mais tarde os outros amigos foram embora e como moravam no sentido oposto da casa de João ele não pediu carona.
Mais algumas horas o estabelecimento da festa estava encerrando as atividades e João estava sem ter como voltar para casa. Decidi então caminhar.
Ao longo da caminhada encontra com uma Kombi que fazia entrega de jornais para assinantes. E resolve pedir uma carona para os entregadores.
Eram um motorista e um ajudante que fazia a entrega dos jornais. João começou a ajudar no serviço de entrega enquanto circulavam pela cidade.
Após mais algumas horas a Kombi chega a região da Paulista. João então diz vou ficar por aqui, tenho um amigo que mora perto.
Os entregadores presenteiam João com um jornal e deixam contato com a promessa que se João precisar de emprego ele é Benvindo ao serviço.
As 7:00 da manhã João toca a campainha da minha casa com um jornal debaixo do braço e me conta toda sua saga. Tomamos um café da manhã e dei uma carona para sua casa.
Carlos foi a uma festa com Thiago e alguns amigos, se divertiu muito e consumiu muito álcool.
Depois de algumas horas de festa nenhum dos amigos sabia do paradeiro de Carlos.
Já se aproximava da hora de ir embora e nenhum dos amigos encontrava Carlos.
Thiago então liga para Carlos:
Thiago – Onde você está?
Carlos – no bar
Carlos desliga o telefone
A festa tinha dois bares. Thiago vai ao primeiro bar, não encontra Carlos e segue para o segundo bar e não encontra Carlos.
Thiago liga novamente para Carlos
Thiago – não tem encontro em qual bar você está?
Carlos – no bar
Carlos desliga o telefone
Thiago procura novamente em ambos os bares e pergunta aos conhecido por Carlos.
Thiago liga novamente e Carlos não atende.
Thiago vai novamente aos dois Bares e não encontra Carlos. Já quase sem desistindo de achar Carlos então resolve olhar a enfermaria.
Na enfermaria Thiago vê Carlos sentado olhando pelo vão de uma parede bambus para um dos bares.
Thiago liga novamente para Carlos e assiste Carlos olhar o para o celular e colocar de lado, logo pensou: “Vai ter volta”
Na manhã seguinte durante o café da manhã perguntaram ao Carlos, como foi a festa. Carlos disse que não lembrava muito. Thiago então completou: O Carlos ficou tão ruim que teve que tomar glicose via supositório. Carlos incrédulo questiona e todos à mesa, inclusive os que não estavam na festa confirmar a afirmação.
Uma semana depois Carlos me encontra e comenta:
Carlos – não estou encontrando no Google informações sobre Glicose via supositório
Eu – não existe Glicose via supositório acho que te enganaram
Meu primo morava em outra cidade e veio a São Paulo para fazer faculdade. Em São Paulo dívida o apartamento com Ricardo.
Certa noite alguns amigos os convidaram para sair, mas como meu primo teria exames no dia seguinte apenas Ricardo saiu.
Ricardo bebeu um pouco mais do que deveria e seus os amigos os trouxeram até a portaria do prédio.
Ricardo entrou no prédio, o porteiro o ajudou a entrar no elevador e e apertou o botão para o elevador subir.
Alguns momentos mais tarde toca o interfone na portaria, era Marcelo um senhor que mora sozinho e necessita de andador para se locomover. Marcelo diz que tem um ladrão na porta da sala sua casa tocando a campainha sem parar e gritando para deixa-lo entrar.
O porteiro então pega o elevador social para ver o que estava ocorrendo e chegando no andar de Marcelo não consegue abrir a porta. Ricardo está jogado ao chão impedindo a porta do elevador de abrir tocando a campainha de Marcelo.
O porteiro então volta a portaria interfona diversas vezes até acordar meu primo para pedir ajuda.
Os dois juntos interfonaram para Marcelo para pedir que Marcelo abra a porta da cozinha (em hall e elevador separado) para que meu primo e o porteiro possam atravessar o apartamento para socorrer Ricardo. E então conduzi-lo para seu apartamento.
Você tem alguma história peculiar? Me escreva